Ela fez algumas perguntas a Theeran e logo depois fomos teleportados para a cidade do Regente.Rapidamente os 3 senhores que confabulam entre si para o decidir o melhor para a cidade estavam fazendo mil perguntas a Theeran:
o Pulgro pegando um livro de magias e lendo ; Um outro todo avoado pegando o elmo e analisando falando em preços e unicidade do mesmo ; e o último deles perguntava sobre o que aconteceu lá dentro entre outras coisas. No fim, fomos dispensados e convidados a fazer uma peregrinação ao templo maior de Mystra caso quisséssemos.
Estudando algumas semanas, enquanto meus companheiros faziam a peregrinação ao templo de Mystra, descobri que realmente meu Deus está ausente desde a queda de Netheril. Aparentemente todos o culpam por ele não ter feito nada, mas a disputa foi entre um mago querendo ascender à divindade contra a própria divindade em si sugando-a para dentro dele.
Isso era um assunto entre os Deuses provocado pelos humanos sem noção de poder mas uma fome ridículamente grande do mesmo e que trouxe grande catástrofe. Nem Savras preveu isso quanto mais Amaunator, além de que, acredito que na opinião dele aquilo tinha sido justo... Um humano tentou demonstrar que tinha capacidade de virar um Deus por si só e recebeu a carga de ser um Deus e não foi capaz de arcar com as conseqüências. A fome humana pelo poder corrompe demais e ele teve o seu merecido julgamento e levou consigo vários outros que deixaram que ele tentasse tamanha insolência.
Atualizei-me sobre o que andou acontecendo nesses mil anos a respeito dos Deuses e vi que várias das incumbências do meu Deus foram retalhadas e divididas entre outros Deuses, inclusive existe uma seita dentro da igreja de Lathander (Deus corrente visto como o responsável pelo Sol) que acredita que ele seja uma reencarnação do meu Deus, aparentemente são vistos como hereges, mas eles ganham tanto poder do Sol que parecem estarem ganhando adeptos, poucos, mas caminhando... Eles inclusive servem Lathander chamando ele por Amaunator!!!
A Lei foi dada a Tyr e o Planejamento a Helm, Deuses novos também para mim. A Nobreza e o Tempo eu ainda não achei os Deuses responsáveis, mas continuo minhas pesquisas... Além disso, uma dama lindíssima e nova, curadora do museu da cidade que estou em Halruaa, aonde eu vou ocasionalmente para obter informações e rever certas coisas do passado, queria de toda maneira comprar meu escudo por ele ser uma peca única de Amaunator. Obviamente recusei, mas como a dama era educadíssima, deixei-a com esperanças de no futuro ser uma doação, mas não ao museu e sim como a volta do Deus. Ao menos amizades novas não farão mal algum e ela tem conhecimento também de peças antigas, talvez até de lendas sobre o meu Deus ou seus Templos Antigos.
Meus amigos voltaram, parece que a peregrinação ao templo de Mystra não foi à toa. Vários itens mágicos, armaduras, escudos , armas e runas de combate foram dados aos nossos companheiros de causa e eu ganhei uma estola com o emblema da ordem da flâmula eterna. Fui aceito na causa e finalmente conheci o nome de todos e dos senhores dessa cidade,

o Lorde Pulgro, grande mago do círculo arcano da invocação;

Bória, sua discípula que encontramos com certa freqüência nas torres que delimitam os territórios de Halruaa e de Dambrath e o mago mentor de Theeran (o mago da nossa ordem),
Lord Kelvin, do círculo arcano da conjuração.
E agora temos nosso próprio estabelecimento feito de coral puro com uma chama no topo do mesmo com o nosso emblema. Ele é bem arrumado até, tem cinco quartos no segundo andar, mais cinco embaixo, com sala de reunião, sala de jantar, espaço para treinos de combate corpo a corpo e à distância, subsolo para treinos e estudos mágicos, além de ter uma escada que desce as montanhas até um rio como se fosse nosso próprio porto.
Aparentemente Halruaa está investindo bastante no nosso grupo para que ele sirva de exemplo e moral maior para termos mais aventureiros. Pelas histórias contadas a mim, até agora o grupo perdeu dois de seus componentes originais, sendo um deles um membro da guarda de Halruaa, o que já é esperado de todos os guerreiros, e o outro era um promissor mago que não se via em eras cuja tutela foi dada a uma pessoa de grande status, mas não souberam me falar quem. Sua perda parece ter sido um erro considerado gravíssimo pelos altos escalões e o grupo foi bem açoitado no quesito...
O crinti usou o tempo do povo em peregrinação ao templo de Mystra para descobrir o que estava acontecendo pelo mundo e onde poderia agir. Já que as coisas em Halruaa em modo geral estão bem tranqüilas. Achamos algumas coisas:
1- Aboleths no pântano de Rethild
2- Beholders em Lapaliiya
3- Criaturas lutando contra uma religião nova em Veldorn (isso eu não compreendi bem dado que lá sempre foi dominado por monstros)

4- Três torres de magos abandonadas em Halruaa, sendo uma delas de um necromante nefasto
5- Os Gnolls, aliando-se com Glabrezu (um potente demônio, ainda não vejo como o grupo poderia ir contra um ser tão poderoso)
6- Explorar o portal para Plano Elemental da Terra(idéia do genasi do fogo, Ighantor).
Discutimos com todos os integrantes da nossa ordem sobre as opções para Maeruhal. Vael disse que deveríamos explorar a opção do Pântano, porque está diretamente ligada a questão dos “Faerins”. O que nos pareceu fazer muito sentido. Então iniciamos os preparativos para irmos ao Pântano de Rethild... Comecei a questionar sobre os tais "Faerins" para entender o que estava acontecendo no dias atuais, dado que eu já conhecia sua potência malévola e destruidora dos tempos antigos.

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